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Música: In The Name Of God – Dream Theater

Dream Theater - Train of Thought

Dream Theater - Train of Thought

Depois dos atentatos às torres gêmeas, em NYC, O DT lançou 2 discos com músicas que fazem referências ao fanatismo religioso, a guerras e afins: In The Name of God (Train of Thought) e Sacrificed Sons (Octavarium). As 2 são músicas excelentes e com letras fortíssimas sobre os temas, mas na minha modesta opinião a melhor delas é a In The Name of God – música que transcrevo abaixo e convido-os a ouvir!

A música tem um feeling totalmente de acordo com a temática da letra: pegada forte, timbres pesados, melodia meio oriental e afins. Vale “perder” os 14:15!

Dream Theater - In The Name of God

Letra: John Petrucci
How can this be?
Why is he the chosen one?

Saint gone astray
With a scepter and a gun

Learn to believe
In the mighty and the strong

Come bleed the beast
Follow me it won’t be long

Listen when the prophet
Speaks to you
Killing in the name of God

Passion
Twisting faith into violence
In the name of God

Straight is the path
Leading to your salvation
Slaying the weak
Ethnic elimination

Any day we’ll all be
Swept away
You’ll be saved
As long as you obey

Lies
Tools of the devil inside
Written in Holy disguise
Meant to deceive and divide
Us all

Listen when the prophet
Speaks to you
Killing in the name of God

Passion
Twisting faith into violence
In the name of God

Blurring the lines
Between virtue and sin
They can’t tell
Where God ends
And mankind begins

They know no other
Life but this
From the cradle
They are claimed

Listen when the prophet
Speaks to you
Killing in the name of God

Passion
Twisting faith into violence
In the name of God
Hundreds of believers
Lured into a doomsday cult

All would perish
In the name of God

Self-proclaimed messiah
Led his servants
To their death
Eighty murdered
In the name of God

Forty sons and daughters
Un-consenting plural wives
Perversions
In the name of God

Underground religion
Turning toward
The mainstream light
Blind devotion
In the name of God

Justifying violence
Citing from the Holy Book
Teaching hatred
In the name of God

Listen when the prophet
Speaks to you
Killing in the name of God

Passion
Twisting faith into violence
In the name of God

Religious beliefs
Fanatic obsession
Does following faith
Lead us to violence?
Unyielding crusade
Divine revelation
Does following faith
Lead us to violence?

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Guitarrista: Paul Gilbert

PaulGilbertEssa semana, por algum motivo que ainda não descobri, resolvi procurar uns vídeos do Paul Gilbert pra assistir. Sempre gostei do estilo dele tocar e sempre o achei um guitarrista excelente, mas foi nessa semana que o adjetivo usado por mim passou a ser espetacular.

Pra quem não sabe o Gilbert foi guitarrista do Mr. Big (aquela banda de To Be With You, sabe? Não? Essa aqui.), banda essa que fez muito sucesso… mas muito mesmo, tanto que estão de volta! A propósito não posso deixar de mencionar que o baixista do Mr. Big  é o igualmente folclórico e sensacional Billy Sheehan! PG Tocou também no Racer X, uma banda oitentista que, sinceramente, eu não conhecia muito – estou ouvindo as músicas deles com mais atenção agora; o som é muito bom!

Em carreira solo o Paul Gilbert tem um porrilhão monte de cds lançados e, ao contrário do que muitos podem pensar, o fato dele ser um guitarrista virtuosíssimo não faz com que as músicas sejam repletas de masturbações guitarrísticas e solos estratosfericamente rápidos – as composições, por vezes, beiram o simples pop-rock, com melodias e letras grudentas e agradabilíssimas e, claro, solos excepcionais! É claro que não dá pra deixar de lembrar que os discos são bem variados, com vários estilos de música: blues, funk, metal etc.

Mas o maior destaque vai pro humor do Paul: o cara é uma figura! Desde a abertura de vídeo-aula com músicos mexicanos anunciando seu nome (señor Paulo Gilberto!“) e ele tocando a música Down To Mexico trajado de chicano a capas bem descontraídas. Há, também, coisas como a música Boku No Atama, do álbum Space Ship One, música da qual a letra é em japonês (aliás, se é a mesma ainda, a esposa dele é nipônica:) ). Além disso na obra gilbertiana (alguém vai me amaldiçoar por isso, eu sei que vai) há algumas releituras muito interessantes. Destaques disparados para Dancing Queen, do Abba e 2 become 1, das Spice Girls. No fim desse post coloco um vídeo da última com uma mescla de 3 sons: a das garotas bretãs, o solo de uma das músicas mais importantes e famosas de todos os tempos – Stairway to Heaven, do Led Zepellin e o riff final do Black Sabbath, mas não consigo lembrar de jeito nenhum o nome da música. O ponto é: não é qualquer um que consegue fazer versões de músicas e deixá-las, por vezes, mais legais do que as originais.

Ahhhh, não posso deixar de colocar, também, o vídeo de 3 E’s for Edward. Sobre esse som deixo o mestre Paul Gilbert falar!

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Enfim fica aí a dica de um excelente músico, que com certeza agradará guitarristas e não guitarristas! Dica de início pra ouvir: álbum Alligator Farm. ;)

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CD: Wish You Were Here, Pink Floyd

Pink Floyd - Wish You Were Here, 1975

Pink Floyd - Wish You Were Here, 1975

Acredito que as poucas pessoas que lêem meu blogue (momento manha) sabem que uma das minhas bandas preferidas de todos os tempos é o Pink Floyd. O Floyd, definitivamente, revolucionou a música pra mim e, acredito, pra todo o mundo; por isso fica difícil escolher um disco deles pra escrever sobre. Fora o fato de o guitarrista ser o espetacular David Gilmour que, sinceramente, não tenho medo nenhum de chamar de gênio, mito e lenda.

Pra escrever aqui escolhi um disco que ouvi há pouco tempo: Wish You Were Here, o 9º álbum da banda, lançado em 1975. O álbum é conceitual e trata da indústria da música na época, que estava preocupada apenas em vender, vender e vender e não necessariamente em ajudar músicos a fazer e divulgar suas músicas (repito, o álbum é de 1975, ou seja, 24 anos atrás). Além disso, há músicas que são tributos a Syd Barret, como Shine On Your Crazy Diamond e Wish You Were Here. As letras desse álbum são escritas por Roger Waters.

Em se tratando de Pink Floyd, chega a ser uma injustiça destacar apenas uma música. Recomendo, então, veementemente que ouçam o disco TODO, mas, logo após o tracklist abaixo, coloco o vídeo de uma das melhores músicas do Pink Floyd, considerando todos os álbuns, na minha modesta opinião.

1 – Shine On You Crazy Diamond (Parts I-V) [Gilmour, Waters e Wright]

2 – Welcome To The Machine [Waters]

3 – Have a Cigar? [Waters]

4 – Wish You Were Here [Gilmour, Waters]

5 – Shine On You Crazy Diamond (Parts VI-IX) [Gilmour, Waters e Wright]

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Fonte principal: A boa Wikipédia

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DVD – Toto: Live in Amsterdam

Toto. O nome é até engraçado e, ouvindo sem saber, não dá pra ter noção que trata-se de uma das maiores bandas dos anos 80 e 90. A banda teve um grande número de integrantes e diversas formações durante os praticamente 30 anos de carreira. Os membros oficiais eram/são:

  • Steve Lukather – guitars, vocals, keyboards, mandolin (1977–2008)
  • David Paich – keyboards, vocals (1977–2008; 2003-2008 retirement from touring)
  • Bobby Kimball – vocals, occasional keyboards (1977–1984; 1998–2008)
  • Mike Porcaro – Bass guitar, cello (1982–2008)
  • Simon Phillips – Drums, percussion, keyboards (1992–2008)
  • Greg Phillinganes – keyboards, vocals (2005–2008)
  • David Hungate – Bass guitar (1977–1982)
  • Fergie Frederiksen – Vocals (1984–1985)
  • Steve Porcaro – keyboards, synthesizers, vocals (1977–1988)
  • Joseph Williams – Vocals (1986–1988)
  • Jeff Porcaro – Drums, percussion (1977–1992; his death)
  • Jean-Michel Byron – Vocals (1990)

Pra quem ainda não ligou “o nome à pessoa”, o Toto é a dona de Músicas como Rosanna, Hold The Line e Africa. Quem nunca ouviu nas rádios “Antena 1 style” o refrão “I bless the rain down in Aaaaaaafricaaaa“?!

Toto BaixaPois bem. Dito isso, indico-vos o DVD Toto: Live in Amsterdam. É, se não me engano, o penúltimo show gravado ao vivo da banda antes de anunciar definitivamente o fim da mesma. Gravado em 2003 em, obviamente como já devem ter deduzido, Amsterdam, o show é espetacular, de altíssima qualidade musical, empolgante e bem produzido. Prestem atenção principalmente no trabalho vocal que é feito nessa banda! Praticamente todos cantam e as harmonias vocais criadas são incríveis e, por que não dizer, grudentas!

A formação da banda neste show é a seguinte:

  • Bobby Kimball: Vocals.
  • Steve Lukather: Guitars, keyboards, vocals.
  • Mike Porcaro: Bass guitar, vocals.
  • David Paich: Keyboards, piano, vocals.
  • Simon Phillips: Drums, percussion.
  • Tony Spinner: Guitars, vocals.
  • John Jessel: Keyboards, vocals (background).

Destaques para o medley na primeira faixa, While My Guitar Gently Weeps e para as 3 músicas que mencionei acima.

Tracklist:

1. Girl Goodbye, Goodbye Elenore, Child´s Anthem?
2. Gift With a Golden Gun
3. While My Guitar Gently Weeps
4. Bodhisattva
5. Africa
6. David Paich
7. Dune, Don´t Stop Me Now (Medley)
8. Waiting for Your Love, Georgy Porgy, Lion, Hydra?
9. I Won´t Hold You Back
10. Rosanna
11. Afraid of Love
12. Hold the Line
13. I Can´t Get Next to You
14. Home of the Brave
15. White Sister

Site oficial: http://www.toto99.com

Abraços.

PS.: Ouçam as músicas e me digam que banda brasileira, quase do mesmo período, lembra o som do Toto. :)

  1. Girl Goodbye, Goodbye Elenore, Child´s Anthem?
  2. Gift With a Golden Gun
  3. While My Guitar Gently Weeps
  4. Bodhisattva
  5. Africa
  6. David Paich
  7. Dune, Don´t Stop Me Now (Medley)
  8. Waiting for Your Love, Georgy Porgy, Lion, Hydra?
  9. I Won´t Hold You Back
  10. Rosanna
  11. Afraid of Love
  12. Hold the Line
  13. I Can´t Get Next to You
  14. Home of the Brave
  15. White Sister

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Madonna. É pra tudo isso?

Estamos na iminência dos tão aguardados shows da “diva” da música pop mundial: Madonna Mia (tá, piada infame). Como eu quase não gosto de arrumar polêmica com nada, pergunto-vos: a Madonna é tudo isso mesmo? Deixemos de lado o fato de ser uma tiazona bem conservada e analisemos a importância dela para o cenário musical.

Não podemos negar que a moça em questão, num tempo muito mais conservador e fechado que hoje, desafiou Deus (literalmente) e o mundo com músicas, clipes, filmes, fotos e sei lá mais o que pra lá de eróticos e sensuais. Mas musicalmente, nada é impressionante.

Nunca achei a música da Madonna algo de outro mundo ou mesmo contagiante. Sei lá, pode ser que fosse legal dançar as músicas da Madonna nos anos 80/90, mas mesmo assim… mal comparando a Madonna é, sei lá, a primeira Britney Spears da história. Não canta lá grande coisa (tá, a Britney canta menos ainda, eu sei), as musiquinhas são normalmente sobre temas bobos e “tabus” e, musicalmente falando, é chato.

Pode ser que enquanto show a Madonna seja espetacular, foda, diferente e muito loco. Pra mim a única coisa que ela fez direito na vida foi tocar o pedaço de uma música do Pantera num show, huhuhuhuhuh. E isso é verdade!

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Resta esperar pra ver. E você, o que acha?

[]s

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