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Filme: Traffic, de Steven Soderbergh

SoderberghtrafficposterEu achava que já tinha visto praticamente todas os tipos de abordagem em filmes sobre drogas, tráfico e afins; até assistir Traffic, no final de semana. Tá, eu sei que o filme é velho, mas eu ainda não havia visto!

São 3 tramas desenvolvidas paralelamente, mas rigorosamente relacionadas: um juiz recém nomeado (Michael Douglas) secretário da divisão anti-drogas dos EUA que descobre que sua filha é uma viciada; uma mulher (Catherine Zeta-Jones) casada com um multi-milionário que fez sua fortuna com a distribuição de drogas vindas de cartéis no México, pelos EUA inteiro; um policial mal-pago mexicano (Benicio Del Toro) que, mesmo face a todo o lucro que o tráfico poderia lhe render, resiste bravamente à tentação.

O que mais chama a atenção no filme é, disparado, a fotografia. Cada umas dessas 3 situações tem um tratamento de imagem completamente distinto. Além disso é interessante observar como o diretor buscou evidenciar todos os contrastes presentes nesse filme: o desespero da mulher ao saber que o marido é um traficante, mas desespero porque os amigos da alta-sociedade e a vida de luxo começam a ser ameaçados; a frieza com que o amigo, rico e inteligente, explica ao juiz porque é tão natural o tráfico e afins.

A trama é extremamente densa e merece atenção 100% do tempo. O filme foi vencedor de 4 Oscar: Diretor, Ator Coadjuvante (Benicio Del Toro), Roteiro e Edição.

Vale ter esse filme em casa! Abaixo, o casting principal (fonte: Wikipedia).

Mexico storyline

Benicio del Toro as Javier Rodriguez, a Baja California police officer
Jacob Vargas as Manolo Sanchez, Javier Rodriguez’s partner
Tomás Milián as General Arturo Salazar, head of Mexico’s anti-drug campaign
Salma Hayek as Rosario, a drug lord’s mistress

Wakefield storyline

Michael Douglas as Robert Wakefield, Director of the Office of National Drug Control Policy
Amy Irving as Barbara Wakefield, Robert Wakefield’s wife
Erika Christensen as Caroline Wakefield, the Wakefields’ teenage daughter
Topher Grace as Seth Abrahams, Caroline Wakefield’s boyfriend
D. W. Moffett as Jeff Sheridan, executive assistant to Robert Wakefield
James Brolin as General Ralph Landry, Robert Wakefield’s predecessor as Director of the ONDCP
Albert Finney as White House Chief of Staff

Ayala/DEA storyline

Steven Bauer as Carlos Ayala, a distributor for the Obregón drug cartel
Catherine Zeta-Jones as Helena Ayala, Carlos Ayala’s wife
Dennis Quaid as Arnie Metzger, Helen Ayala’s lawyer and Carlos’s partner
Clifton Collins, Jr. as Francisco Flores, a hitman for the Obregón drug cartel
Don Cheadle as Montel Gordon, a DEA agent
Luis Guzmán as Ray Castro, Montel Gordon’s partner
Miguel Ferrer as Eduardo Ruiz, Carlos Ayala’s subordinate
Peter Riegert as Michael Adler, Carlos Ayala’s defense attorney
Benjamin Bratt as Juan Obregón, drug lord of the Obregón drug cartel

[edit] Wakefield storyline

[edit] Ayala/DEA storyline

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“Farei uma proposta que ele não recusará…”

Há alguns finais de semana eu e Kelly assistimos a triologia “O Poderoso Chefão”. Até então eu só havia assistido o primeiro, e há muuuuuito tempo atrás. Que trilogia sensacional! Pra mim essa é uma das poucas trilogias que não têm um filme pior que o outro.

As atuações são impecáveis. Eu acho que eu nunca tive tanto medo do Al Pacino (nem mesmo em o Advogado do Diabo) quanto eu tive em Poderoso Chefão. Sem contar a direção primordial do Coppola. O que mais me chamou atenção foi o fato de um filme ser de tal forma bem dirigido, escrito e produzido que, em diversos momentos, parece mais um documentário do que uma ficção.

As cenas que envolvem a Itália, seu povo e seus costumes são de uma verossimilhança tamanha que assusta. Sem contar a fotografia e edição do filme. É absurdo, mas ao final da trilogia você quer ser um mafioso, rs…

Não posso deixar de mencionar a atuação impecável de Marlon Brando, Al Pacino e Robert de Niro (com uns 18 anos de idade, hahahaha) – simplesmente demais. Não há o que dizer!

É isso, fica aqui a recomendação: assistam todos, e de preferência no mesmo dia!

Abraços

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X

Arquivo XOntem assisti ao segundo filme da série sucesso dos anos 90 “Arquivo X”. Confesso que na época em que a série explodiu, eu não assistia regularmente; era um episódio ou outro e olhe lá! Fui assistir mais de um episódio em seqüência depois de uns 2 anos de namoro com a Kelly, que é viciada na série! E acabei não achando o seriado (até parte da 2ª temporada, que foi o que vi) ruim não.

Enfim, ontem fomos ver o tal filme “Arquivo X – Eu quero acreditar”. A expectativa, pelo que andei lendo, não era das melhores, já que as últimas temporadas e o primeiro filme foram meio toscos. O filme começa com num excelente clima de suspense, uma alternância entre cenas que se passam em momentos e locais distintos – mas relacionadas entre si -, e uma porrada de agentes do FBI (entre eles o agente-fodão-chefe-Pimp-My-Ride Xzibit. E eu não tou zoando). Após esse início frenético – sem ninguém conhecido da série nele -, a linda Scully – e seu “Sean Connery way of talking” – e, depois, o barbudo Mulder aparecem e você se dá conta que está vendo Arquivo X mesmo.

Temos que deixar bem claro que o filme não pode ser encarado como um gancho do seriado, como muitos podem pensar. Não tem ETs, fantasmas, ou coisas sem explicações (tirando o padre “visionário”). O filme em si é uma história de suspense sem muita diferença de filmes comuns, mas na minha opinão, o principal do filme é a história dos 2 ex-agentes-de-coisas-bizarras: o relacionamento que finalmente aconteceu entre eles, os caminhos que seguiram (ela médica de hospital católico, ele o tempo todo em casa recortando notícias de jornal) e por aí vai. Ao decorrer do filme percebemos que tem outra coisinha correndo por fora: o “nunca desista”. Praticamente todo o filme é baseado nessa “máxima”, por assim dizer – e isso fica evidente a cada cena. O filme traz muitas referências aos episódios do seriado, além de alguns bons momentos engraçados.

Enfim, pode-se dizer que não é perda de tempo não. Mas se você espera um filme repleto de fenômenos paranormais, ETs, consipirações e coisas do gênero, fique em casa vendo os boxes do seriado.

Abraços

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Novo seriado: Fringe

Essa semana eu assisti o novo seriado do JJ. Abrams (Lost, Alias, Missão Impossível 3, Cloverfield): Fringe. Resolvi assistir porque a internet praticamente inteira classificava o tal seriado como “espetacular” ou como o Arquivo X do século XXI, mas sem ETs (nota do blogueiro que vos fala: do pouco que eu conheço de Arquivo X, prefiro os episódios com ETs.. são mais legais!).
O seriado realmente promete ser muito bom. A edição e fotografia são excelentes; os atores muito bons também, destaque para Lance Reddick (o Matthew Abbadon, de Lost) e John Noble (o Denethor, de o Retorno do Rei). Esses dois, em particular, são os que mais me impressionaram nesse episódio piloto. A qualidade da interpretação e envolvimento com a personagem é impressionante – no meu simples ponto de vista.

Tudo começa com um avião indo em direção a Boston. Dentro do avião, coisas estranhas acontecem e o avião aterrisa em Boston com todos os tripulantes mortos – e dum jeito bem esquisito. Passando por temas como Transfiguração, Projeção Astral, Reanimação e coisas do gênero, o seriado promete ser mais um a dar nó no cérebro dos espectadores. As conspirações estão presentes, bem como em Arquivo X, e o suspense, as instituições e pessoas misteriosas também, como em Lost.

Num resumo: essa série é uma mistura muito bem feita de Lost com Arquivo X e, por incrível que possa parecer, não tem cara de que será um tiro no pé não. Eu particularmente acho que dê muito certo!!

Enfim, recomendo o episódio piloto, assim vocês tiram suas próprias conclusões! A série tem previsão de estréia, nos EUA, em Setembro.

É isso!

Abraços